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| 1853 - Nasce, em Columinjuba, sítio próximo de Maranguape, Ceará. | |||||||
| 1860 - Em Fortaleza, estudou no Colégio de Educandos (dirigido pelo padre Antônio de Nogueira da Braveza) e no Ateneu Cearense (ROF,1953:55). Sobre a passagem neste último: "...Entre os livros adotados no Ateneu, havia o íris clássico, de Antonio Feliciano de Castilho, entre cujos capítulos havia um que impressionou de modo especial o menino maranguapense. Assinava-o Antonil e o capítulo era um trecho de "Cultura e opulência..." (JASC,1969:26) | |||||||
| 1865 - Matricula-se no Seminário Episcopal do Ceará junto com o Padre Cícero Romão Batista. (ROF,1953:55). O primeiro reitor daquele foi o padre Lazarista francês Pedro Augusto Chevalier. (para a data de ingresso, JASC,1969:27.) | |||||||
| 1866 - É convidado a retirar-se do Seminário (JASC, 1969:31) | |||||||
| 1869 - O pai de Capistrano, João Honório de Abreu, ingressa na Guarda Nacional como Primeiro Tenente do esquadrão de cavalaria de Maranguape. | |||||||
| 1869 - Estudos preparatórios no Recife (BLS, 1953:68). No Colégio das Artes (JASC,1969:36) | 1869 - "Reunem-se em Pernambuco, nesse momento, poetas, ensaístas, críticos, historiadores, filósofos, romancistas, que se chamam Tobias Barreto, Araripe Júnior, Luís Guimarães Júnior, João Batista Regueira Costa (Todos diplomados pela Faculdade de Direito em 1869); Joaquim Nabuco, José Mariano, Gaspar de Drummond, José Vicente Meira de Vasconcelos, Sancho de Barros Pimentel, Ulisses Viana (formados em 1870) e mais Santa Helena Magno, Plínio de Lima, Eduardo Ramos, Lacerda de Almeida, Martinho Garcez, Tomás Pompeu, Xilderico de Faria, Celso de Magalhães, Domingos Olímpio, Sílvio Romero" (ML,1953:105) Ainda sobre PE: "...É fora de dúvida que o clima intelectual em que Capistrano viveu em Recife, de meados de 1869 a 1871, ainda era um clima de predominância literária" (JASC,1969:43 )[neste ponto o autor aceita a periodização da Escola do Recife feita por Silvio Romero na sua história da literatura brasileira] |
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| 1871 - Reprovado num preparatório, retorna ao Ceará. | |||||||
1872 - "Incorpora-se a uma associação literária e científica, que se funda em Fortaleza, com a presença de alguns jovens de invulgar inteligência, como Rocha Lima, Tomaz Pompeu, Xilderico de Faria, Araripe Júnior entre outros. Era a famosa 'Academia Francesa do Ceará'" (BLS,1953:68/69) Ainda sobre a Academia Francesa do Ceará, narra Tomas Pompeu: "pretendíamos sopitar as inclinações da idade e iniciar a reação contra o romantismo que exalava seus últimos suspiros com Lamartine e Victor Hugo..." (JASC, 1969:60) |