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1968 - Comemoração de 50 anos de vida literária

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. . 1968 - Publica Coisas que o povo diz., Prelúdio da cachaça, O tempo e eu, Nomes da terra . .
1970 - A Fundação Cultural do Distrito Federal, no V Encontro Brasileiro de Escritores, lhe concedeu pelo conjunto de sua obra, o prêmio Nacional de Cultura, entregue então pelo Secretário de Educação e Cultura, general Caxapuz de Medeiros. (Diogenes Lima, p.217) 1970 - Publica Locuções tradicionais no Brasil, Gente viva.
1971 - Publica Tradição, ciência do povo., Sociologia do açúcar.
1972 - Publica Civilização e cultura.

1973 - Por decisão do Conselho Diretor da Fundação José Augusto, denominou-se de Biblioteca Câmara Cascudo a entidade que tem o maior número de livros e leitores do estado. Várias outras associações e bibliotecas possuem este nome nas cidades de Ceará-Mirim, São Gonçalo do Amarante, Jucurutu, Nova Cruz. No Rio de Janeiro a biblioteca do Clube dos amigos do Folclore tem seu nome. (Diogenes Lima, p.217)

A Associação Brasileira de Distribuição de Gás Liqüefeito de Petróleo conferiu a Cascudo o Prêmio Henning Albert Boilesen. A outorga do diploma e prêmio financeiro foi em 9 de agosto, em reunião no Salão Nobre do Hotel Nacional em Brasília, sob a presidência do Vice-presidente da República, almirante Rademaker. O discurso de agradecimento do autor empolgou a todos. (Diogenes Lima, p.218)

1973 - Seleta.(Org e notas de Américo de Oliveira Costa).
1974 - Em comemoração aos 50 anos de atividades intelectuais do autor, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, por sugestão do prof. Carlos Lyra, ditou uma série de selos desenhados por Newton Cavalcanti, tendo lançamento em Natal, no dia 28 de fevereiro. 1974 - Publica Prelúdio e fuga do real
1976 - Publica História dos nossos gestos. 1976 - Criado o Instituto Nacional do Folclore, herdeiro da Comissão de Defesa do Folclore Brasileiro.

1977 - Indicado pela União Brasileira de Escritores, de São Paulo, para receber o troféu Juca Pato de intelectual do ano, concorrendo com outros intelectuais brasileiros de renome, tendo sido eleito mediante votação em todo o território nacional.(Diógenes Lima, p.27 e 217)

"Na minha idade, pato é indigesto." (Diógenes Lima, p.27)

1977 - Publica O príncipe Maximiliano no Brasil.

1978 - Instalado no dia 10 de agosto, em Natal, o Centro de Ensino Superior Câmara Cascudo foi criado por ocasião do trigésimo aniversário da criação da Universidade Popular do Rio Grande do Norte, constituindo sua diretoria a comissão permanente da Medalha do Mérito Câmara Cascudo. (Diogenes Lima, p.219)

O colegiado da UFRN conferiu-lhe o título de Doutor "Honoris Causa" em 26 de maio.

1978 - Publica Mouros e judeus na tradição popular do Brasil.
1979 - Revisão e anotação de MELLO MORAES FILHO: Festas e tradições populares do Brasil.
1981 - Revisão e anotação de MELLO MORAES FILHO: Os ciganos e cancioneiro dos ciganos .
1984 - Na apresentação da antologia Nossa Cidade Natal, fala com nostalgia e ternura de sua cidade, para ele noiva do sol e assume publicamente sua condição de "um brasileiro feliz". (Diógenes Lima, p.63)
1985 - Publica Superstição no Brasil.
1986  - Morre em Natal (RN) no dia 30 de julho


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