![]()
1935 - Chefia do Departamento de Cultura
| . | 1935 - É nomeado, em maio, chefe da Divisão de Expansão Cultural e diretor do Departamento de Cultura. Em agosto, cria a Discoteca Pública, convidando Oneida Alvarenga para dirigí-la. Lança as bases do atual edifício da Biblioteca Municipal de São Paulo. Cria os primeiros parques infantis e a Discoteca Pública de São Paulo.
|
. | 1935 - Publica O Aleijadinho e Alvares de Azevedo. Colabora na Revista Brasileira de Música.
|
. | . |
|
|
| . | 1936 - No Departamento de Cultura, promove concursos sobre assuntos variados: mobília proletária, suíte para banda, peça sinfônica e quarteto de cordas, leitura educativa. Elabora a lei que dispõe sobre a criação do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN), juntamente com Paulo Duarte. Como paraninfo no Conservatório, profere o discurso "Cultura musical", um importante ensaio. Como diretor do Departamento, convida o casal Lévi-Strauss para ministrar um curso de Etnografia. Cria, com Dina Lévi-Strauss, a Sociedade de Etnografia e Folclore, tornando-se o primeiro presidente. Realiza ali, a conferência sobre o seqüestro da dona ausente, cujo resumo é publicado em 1937, no número 4 do Boletim da Sociedade.
|
. | 1936 -
É publicado em separata da Revista do Arquivo, vol. XXVI, seu discurso de
paraninfo, Cultura Musical. Publica A Música e a Canção Populares no Brasil. Colabora na Revista do Arquivo Municipal.
|
. | 1936 - Inicia correspondência com Rodrigo Mello Franco de Andrade. | . | |
| . | 1937 - Posiciona-se contra o Estado Novo. Projeta o "Regulamento do Departamento de Cultura". Através do Departamento, é um dos organizadores do I Congresso da Língua Nacional Cantada. Apresenta os trabalhos "Anteprojeto da língua nacional cantada", "Os compositores e a língua nacional", "A pronúncia cantada" e "O problema da nasal nos discos". |
. | 1937 - É publicado em separata da Revista do Arquivo, vol. XCI, O Samba Rural Paulista. | . | . |