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1938 - Ida para o Rio de Janeiro

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1938 - Na impossibilidade de acumular cargos, desliga-se do Conservatório.

É contratado como assistente técnico do SPHAN para a região de São Paulo e Mato Grosso.

Desliga-se do Departamento de Cultura.

Assume, no Rio de Janeiro, os cargos de diretor do Instituto de Artes e de catedrático de Filosofia e História da Arte, da Universidade do Distrito Federal. Sua aula inaugural é o ensaio "O artista e o artesão".

No Rio, mora na Rua Santo Amaro, 5, Glória. A saída do Departamento de Cultura e a frustração de ver seu trabalho interrompido, lançam Mário em crise: isola-se e entrega-se à bebida, adoecendo. Torna-se cliente de Pedro Nava.

 

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1938 - É publicado em separata da Revista do Arquivo, vol. XCI, O Samba Rural Paulista.

Colabora na Revista acadêmica, do Rio de Janeiro.

Escreve para O Estado de São Paulo e faz crítica literária para Diário de Notícias. Ali, sua seção "Vida literária", contará até 1940, com rica produção, onde Mário selecionará artigos para Empalhador de passarinhos.

É publicado em separatas dos Anais do Primeiro Congresso da Língua Nacional Cantada Os Compositores e a Língua Nacional e A Pronúncia Cantada e o Problema do Nasal brasileiro, Através de Discos.

 

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1939 - Torna-se consultor técnico do Instituto Nacional do Livro, onde elaborou o anteprojeto de uma Enciclopédia Brasileira.

Colabora na programação cultural do Ministério Capanema.

Viaja para Belo Horizonte para pronunciar as conferências "Música de feitiçaria no Brasil" e "Seqüestro da Dona Ausente".

 

. 1939 - Publica Namoros com a Medicina., pela livraria Globo, de Porto Alegre. No prefácio escreve: "Jogado para fora da escrita por paixões talvez mais humanas, aos poucos, vou tornando ao vício velho da literatura."

Publica os ensaios "Cândido Portinari" e "A expressão musical nos Estados Unidos".

Publica A música e a canção populares no Brasil, pelo Institut de Coopération Intellectuele.

Inicia a redação de Quatro pessoas.

 

. 1939 - Freqüenta grupo de jovens escritores: Murilo Miranda, Carlos Lacerda, Moacir Werneck de Castro, da Revista Acadêmica. .
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1940 - Intercâmbio com a Argentina, através de Newton Freitas e Lydia Besouchet. Reata antigos contatos da década de 20 com amigos portenhos.

Ainda no Rio de Janeiro, muda-se para Santa Teresa.

Trabalha no SPHAN.

 

. 1940 - Início da correspondência com Henriqueta Lisboa e Moacir Werneck de Castro. . .


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