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1941 - Volta para São Paulo

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1941 - Retorna a São Paulo. Em carta a Paulo Duarte, de abril de 1941, escreve: "Andei sofrendo por demais... Me esqueci de toda a gente, só interessado em digerir meu bolo cotidiano de desgraça. Desgraça que era mais ou menos um ovo de Colombo; bastou que numa noite de porre imenso eu batesse com o punho na mesa do bar e falasse para mim mesmo: Vou-me embora pra São Paulo, morar na minha casa. E ei que, zás, num átimo e de sopetão, minha desgraça diminuiu de seus sete décimos – que os outros três décimos são a dor humana universal, eterna pelos outros homens, coisa sem cura nem ovo possível." Em outra carta de abril: "Acusam que estou bebendo demais. Porém enquanto eu não me achar nesta cidadezinha, como pegar o ritmo antigo, manhãs de acordar cedo, ora já se viu! Isso foi num tempo antidiluviano em que se falava na existência de um Departamento de Cultura que teve a estupidez de ser cultural nesta Loanda."

Permanece no SPHAN, como técnico da seção paulista e viaja por todo o estado, fazendo pesquisas. Inicia a pesquisa sobre o pintor e padre Jesuíno de Monte Carmelo. Ainda, promove a restauração do Convento do Embu e da igrejinha de São Miguel Paulista.

 

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1941 - Publica Poesias.

Colabora em Clima, onde publica "Elegia de Abril".

É publicado em separata da Revista do Arquivo, vol. XCIII , A Nau Catarineta;

Publica Música do Brasil, dividida em duas partes: Evolução social da música brasileira e Danças dramáticas ibero-brasileiras.

 

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1942 - Em carta para Paulo Duarte: "Ando vivendo bem e milhorzinho de minhas crises moraes de andrade."

Reassume a cátedra de História da Música no C.D.M. A aula inaugural é "A atualidade de Chopin".

É sócio-fundador da Sociedade dos Escritores Brasileiros.

Sócio correspondente da Sociedade de Etnologia e Antropologia.

Envia o programa de um curso de História da Poesia Popular Brasileira, que iria ministrar na Escola de Sociologia e Política.

 

. 1942 - Realiza conferência, no Rio de Janeiro, a convite da Casa do Estudante do Brasil, "O movimento modernista."

Contatos com o editor Martins para a publicação de suas Obras completas.

Colaborador em O Diário de São Paulo, O Estado de São Paulo e da Folha de São Paulo.

Contrata com a Editorial Losada, de Buenos Aires, livro sobre Portinari.

Reescreve Pequena História da Música.

É publicado O Movimento Modernista.

 

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. . 1943 - Escreve para a Folha de São Paulo o ensaio "Arte inglesa"e as lições da "Vida do Cantador"

Inicia a publicação das Obras completas: Pequena história da música, Os Filhos da Candinha, O Baile das Quatro Artes e Aspectos da Literatura Brasileira.

Escreve os poemas de O carro da miséria.

 

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. 1944 - Repúdio ao nazismo.

Compra o Sítio Santo Antônio, em São Roque, construção bandeirista do século XVII.

Viaja a Belo Horizonte.

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1944 - Escreve para a Folha de São Paulo "Mundo musical" e "O banquete".

Escreve Lira paulistana.

Recebe a tradução espanhola e as ilustrações para nova edição de Macunaíma.

Inicia a redação de "A meditação sobre o Tietê", que termina em fevereiro de 1945.

 

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1945 - Participa do Primeiro Congresso Brasileiro de Escritores, em São Paulo, de 22 a 26 de janeiro.

Morre a 25 de fevereiro, de enfarte, na sua casa na Rua Lopes Chaves. É enterrado no cemitério da Consolação.

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1945 - É publicado em edição do SPHAN Padre Jesuíno do Monte Carmelo .

Neste ano, sai Lira paulistana.

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